domingo, 30 de abril de 2017

Sensei

construir templos

terça-feira, 4 de abril de 2017

Poeta Laureado do Mundo

Atualmente Presidente da Soka Gakkai Internacional Uma existência dedicada à Causa da Paz " Desnecessário é dizer,eu não sou um poeta. Mas,de tempos em tempos,numa tentativa de expressar minhas emoções pessoais ou idéias,produzi meu próprio estigma poético,dando-lhes uma expressão tão livre quanto possível. Uma vez Goethe disse: 'Todos os meus poemas,são poemas ocasionais,sugeridos pela realidade cotidiana e, estão contendo um firme alicerce.' Posso dizer também,que os meus poemas emergem da realidade cotidiana ou mais especificamente,do redemoinho de atividades diárias que eu, como qualquer pessoa comum,com ele encontra-se comprometido. Incorporando os sentimentos que me vem à tona no contato com amigos ou meus diálogos com jovens,estes poemas têm sido anotados há anos em meu diário ou nos diversos cantos de minhas anotações. Muitos deles foram compostos enquanto eu viajava pela Causa da Paz ou, em momentos de repouso,antes de retirar-me à noite. "

D. Ikeda Poemas extraídos dos livros: ***Hopes and dreams ***Songs from my heart Tarcila às 04:03

terça-feira, 11 de abril de 2017

https://idealdapaz.blogspot.com.br/2008/04/o-escaldante-sol-desaparece.html?showComment=1491306271787&m=1#c4396025993245372317

terça-feira, 4 de abril de 2017

Poeta Laureado do Mundo

Atualmente Presidente da Soka Gakkai Internacional Uma existência dedicada à Causa da Paz " Desnecessário é dizer,eu não sou um poeta. Mas,de tempos em tempos,numa tentativa de expressar minhas emoções pessoais ou idéias,produzi meu próprio estigma poético,dando-lhes uma expressão tão livre quanto possível. Uma vez Goethe disse: 'Todos os meus poemas,são poemas ocasionais,sugeridos pela realidade cotidiana e, estão contendo um firme alicerce.' Posso dizer também,que os meus poemas emergem da realidade cotidiana ou mais especificamente,do redemoinho de atividades diárias que eu, como qualquer pessoa comum,com ele encontra-se comprometido. Incorporando os sentimentos que me vem à tona no contato com amigos ou meus diálogos com jovens,estes poemas têm sido anotados há anos em meu diário ou nos diversos cantos de minhas anotações. Muitos deles foram compostos enquanto eu viajava pela Causa da Paz ou, em momentos de repouso,antes de retirar-me à noite. " D. Ikeda Poemas extraídos dos livros: ***Hopes and dreams ***Songs from my heart

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Pajé

Filha do Rei Dragão Carta a São Jorge Sou Filha do Dragão que te pariu! Dragão olhar da Noite. Brilha gatuna em seu manto breu. Trás sonho a nossa Lenta e diária Morte do sono. Acorda! A noite sonha e dispara A face oculta do eu. Quem sonhei? Borboletas no nosso quintal Pé de abacate e aviões. Radio fm Tocando Gil sem parar. um domingo maior e um béque Isso é vida que eu quero Pra mim Dragão de água doce Minha mãe criança no quintal E o menino Chico já vai embora! Dragão de água serpente Tão verde aperente Quão vermelho é Seus dentes Olhar quente É a musa oponente Tão cobra seu negro Olhar de nua Sou sua! Lua indecente Aflora dos homens O sonho de amar Doce luar Menino querendo voar Crescendo na noite Pássaro coruja Querendo te olhar Até que chego O dia da noite Em que de tão cheia Se faz transbordar De copo e água ardente Tão linda se expande Querendo dançar Valsa com lobos Tão meio é o olhar Um olho no peixe E outro no rabo Transborda seu sangue Em Brilhantes estrelas do mar Peixes dourados de espelhado Transar Ela Dança Mesmo sem par. Apenas fulgazes São suas faces . Quem não iria imaginar? Lua perene se esconde escudo De negro vestido E brilhante colar Luto em altar. Ela Chuva em solidão escondida Noites Brilhantes de tanto chorar. Até que em seu beco Sorizo maroto começa a brotar. Lá vai ela de novo Filha dragão atrás Sempre nova do frio fatal De raios metalicos Olhar de seu Jorge. Louco e sereno Seu corte no ar Armando seu peito beijar. No dia siguinte Apenas se lembra Que um tal de demonio Ele tem que matar. E ela se queixa Reclama um pouco Mas volta a jogar De natureza insconstante Prefere morrer em seus braços um instante Que nunca tentar Econtrar a abertura no Eterno mituto ou agora Se acaso algum dia Ele para e permite O tempo nem sempre Precisa acabar. Rompendo em cavalo Buscando seu sol de ouro em algum outro lugar. E sabe que pra isso Com ela não pode estar. Mas quem sabe algum Dia ela há de reconhecer. Tão forte em sua paixão Porém Escravo involuntário Do dramático querer: Seu poder é sua Lua.